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Começo este post afirmando que você ama UX, que você quer UX na sua vida a todo momento, a menos que… você seja um masoquista, e para atingir a satisfação você goste de experiências diferentes das quais a maioria das pessoas estão interessadas.
Portanto, a experiência que falaremos nesse texto é sobre a boa experiência, e se possível sobre a experiência maravilhosa…
A User Experience (UX) é mais comumente tratada pelo literal do seu nome, experiência do usuário, mas  afinal, como essa matéria é de fato aplicada pelos profissionais da área de tecnologia e como é vista realmente?
O objetivo desse post é de maneira resumida (se você pensar em um livro) fazer você entender o que de fato é UX, o que não é UX, e como utilizar a UX em benefício próprio e do seu projeto.

Escrever sobre User Experience em milhares de páginas é fácil, isso tem sido feito a anos e as pessoas até hoje tem idéias diferentes sobre o mesmo tema, e poucos sabem definir com exatidão em poucas palavras do que afinal ele se trata. O difícil mesmo é trazer a informação correta e objetiva em um texto que é acessível a todos, e esse texto também é uma experiência pela qual você (usuário) está passando nesse momento, portanto espero que a leitura seja a mais agradável possível, e que o texto cumpra sua função.

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Abaixo seguem os piores mitos sobre User Experience mais populares que separamos para comentá-los.

Você talvez se pergunte a respeito de alguns deles questionando o fato de serem mitos, acontece que os mesmos são frases ditas pelas pessoas dos 3 segmentos abaixo e que representam um grau de importância significativo para a User Experience, por isso consideramos como mitos de UX.

- Mitos entre os Desenvolvedores


#1  O cliente não repara se o campo está  1px para a direita ou se está muito amarelo, o cliente quer saber se o aplicativo funciona.


Comentário:
Iniciamos com um dos mais clássicos mitos, o desalinhamento, o campo, box, imagem, ou outro objeto que está desalinhado ou mesmo em cor diferente dos demais objetos da “cena”.
É fato, como comentado no texto sobre UX (What the Hell is UX?) o ser humano gosta do belo, e gosta do simétrico.
Você certamente nunca se perguntou porque uma pessoa é bonita, e porque há gostos diferentes. Mas algo é importante comentar, uma pessoa bonita é algo inquestionável, ela pode não ser atrativa para você, ela pode não ter nenhuma característica que você ache interessante, mas você não pode negar que aquela pessoa é ou não é bonita. Mas afinal, o que torna uma pessoa bonita? São as proporções e a simetria, existem gordos bonitos, magros, altos, baixos, das diversas cores, então não se trata puramente de gosto, e sim de algo a mais que existe ali, e isso é exatamente o simétrico e o proporcional.

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Esse texto não visa explicar o que é UX, já temos um texto que trata do assunto, este artigo abaixo é a visão de Shane Morris sobre o processo de UX em si.

Entenda do artigo a palavra produto como o aplicativo em si construído pelo desenvolvedor e designer.

Shane Morris, um ex-UX Evangelista da Microsoft e que atualmente é um UX Arquiteto independente, realizou uma palestra chamada “Pimp My App” no TechEd Brasil 2010, apresentando cinco coisas para se saber antes de começar a criar uma UX (como já comentei,  no texto What the hell is UX?, é comum arquitetos se apoderarem do termo UX a fim de definir a matéria de usabilidade com um algo a mais, porém aqui no texto vale o nome, só acho que um pouco mal colocado), e 6 dicas de como desenvolver um produto com uma aparência maravilhosa.

Morris considera que o desenvolvimento de uma UX (como já havia citado, UX não é algo concreto mas vamos lá), deve seguir as seguintes etapas:

1. Projeto Conceitual

2. Design de Informação

3. Design de Interação

4. Apresentação do Design

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Vamos a mais um post, porém esse um tanto quanto particular, com repercussão dos artigos What the hell is UX,IxD – Design de Interação, abordagem direta uma galera tem me perguntado sobre a carreira de UX Specialist, o que é, o que deixa de ser, onde encontra-se material, etc.

Vou resumir, ou tentar.

UX Specialist é o indivíduo especializado em User Experience, a essa altura você deve dizer “você está de brincadeira comigo…”, mas não poderia deixar de enfatizar isso, já que, quando falo especialista, é especialista mesmo, é alguém que entende o assunto, não é apenas um termo.
Portanto, sem entrar no mérito da profissão, já que não existe faculdade para formar especialistas em UX, e muito menos cursos sobre o assunto. Os profissionais vem de diversas áreas do design, mas quando falamos em usuário temos que pensar em algo muito peculiar, INTERFACES, a maioria esmagadora vem do segmento de design de interfaces e do estudo em IxD.

Se em um futuro próximo eu ver de acordo com a perguntas dos leitores que há ainda falta de entendimento em relação a esse tema eu posso postar o que é essa carreira em alguns dos seus detalhes, por hora vou municiar vocês com material, muito material, links e mais links para você encontrar o que quiser a respeito de User Experience, mas já aviso, em português não tem coisa boa, não significativa, mas com esforço você encontra, portanto terá que ser em inglês, e se, teu inglês não está lá aquelas coisas faz um esforcinho e pede ajuda ao titio Google, garanto que vai valer a pena.

De quebra, vou dar um Help com um vídeo de introdução muito interessante… do Don Norman, (@becknovaes gosta muito dos conceitos desse especialista), acho o velhinho simpático e com uma bagagem invejável, o vídeo tem legenda em português, vale a pena.

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design

Sei que o título do artigo é no mínimo curioso, mas a idéia dele é exatamente essa, tratar de como e quando o Design pode ser contra o Design.

Eu atuo na área de Design há muito, muito tempo, digamos, desde os meus 15 anos, em diversos segmentos do Design até chegar ao Design Digital que tanto amo, focado hoje exclusivamente em UX/UI Design. No entanto, algo se repete sempre indiferente da área do Design, e é quando o Design pode ir contra o Design, sem mistério, estou falando do Benchmark.

Benchmark de Design é quando você busca diversas referências sobre aquilo que quer criar, para inspirar e facilitar a criação, é discutido sobre o Benchmark na fase de Braimstorm..  quando você procura olhar todas aquelas referencias visuais e procura ver o que pode tirar delas.

O Benchmark é fator fundamental na criação de algo na área de Design, e falando de User Interface não é diferente. Você só consegue criar uma User Interface do zero, sem qualquer referência quando já fez milhares delas, logo, o seu Benchmark já está no seu cérebro, de tudo que já viu e já fez ao longo dos anos…

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Esse artigo visa explorar o conceito de memória tratado no conto Jhonny Mnemonic de William Gibson, representado em filme em 1995, dando inclusive referência ao filme Matrix.

A idéia é avaliar a distopia da idéia de memória vista naquela época frente aos reais efeitos da mesma, sentidas hoje com o efeito que o Google tem representado na resposta cognitiva das pessoas por terem as informações a sua disposição na ponta de seus dedos.


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A idéia de memória em Jhonny Mnemonic

Uma rápida sinopse para entendimento do assunto, Jhonny Mnemonic é um cyborg que possui 180gb de memória para uso e transferência de dados, o mesmo é contratado para fazer a transferência de dados de uma organização, porém seus dados ultrapassam os limites do seu cérebro, no qual preenchem o dobro desse espaço, 320gb. Com essa quantidade de dados Jhonny tem que rapidamente esvaziar sua memória antes que seu cérebro entre em colapso.

A distopia de como a memória seria tratada no futuro é bastante interessante, Jhonny para ter esse espaço a mais de memória teve que se livrar da memória da sua infância, ou seja, não sofreu uma expansão de memória, apenas trocou a memória do seu cérebro para supostamente ter um local de armazenamento controlado de memória, será isso possível? Trocar a memória a bel prazer do usuário? Ainda nessa idéia, Jhonny também está transferindo os dados de maneira segura através do mundo físico. Ou seja, em vez de se utilizar os meios digitais, os dados são inseridos no cérebro de Johnny, que os leva pelo mundo utilizando seu próprio corpo e não mais o cyber espaço.

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